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日志


CORTEJOS DE OFERENDAS (Salão Paroquial)

 

 

Cortejo de oferendas dos lugares de

 

 Anta, Estarda,Quinta e Congôsta

 

 

( 8  de Janeiro de 1961 )

 

" Abria o cortejo um grupo de meninas e meninos envergando variados e luxuosos trajes, conduzindo as suas ofertas, destacando-se um "Salão Paroquial" em miniatura com um mealheiro, cujo portador ia arrecadando, durante o percurso, alguns donativos.

 

Seguidamente um grupo de ceifeiras com cânticos adequados, dava um aspecto alegre e vistoso ao numeroso cortejo, logo seguido de algumas mulheres que trajavam de estudantes, a rigôr. A seguir dois "nobres cabaleiros", faziam guarda de honra a uma camionete denominada "Costureiras", onde figuravam diversas raparigas, que, entoando cânticos, davam ao cortejo um aspecto engraçado e brilhante.

 

 No prosseguimento do cortejo via-se uma camionete reproduzindo uma adega, na qual figuravam alguns rapazes que, imitando os fregueses da mesma, iam comendo e bebendo, esta era seguida por mais cabaleiros, destacando-se entre eles, um que fazia publicidade do Gazcidla.Finalmente a encerrar o importante cortejo, uma camionete com o título "Trajes e Cantares da Nossa terra", caprichosamente ornamentada, e conduzindo um "Salão Paroquial" e um corêto, ladeados por esbeltas moças e meninas vestidas a  carácter, representando diversasa regiões de Portugal, cantando quadras alusivas à igreja e à freguesia, atirando confétis e serpentinas à multidão que aguardava a sua passagem." E prosseguia - " é de salientar a tarefa incansável e esgotante de diversas pessoas, entre as quais se destaca a senhorimha Celeste Rocha, que evidenciou largos recursos como ensaiadora , bem como a colaboração graciosa do Manuel Ribeiro de Espinho.

 

Rendeu este cortejo 12 500$00

 

 

IN-Jornal Defesa de Espinho

 

 

 

 

 

SALÃO PAROQUIAL

 

 

O SALÃO PAROQUIAL

 

  Obra conseguida com a união e esforço de toda a população que com um bairrismo salutar se organizou por lugares, organizando cortejos de oferendas, que ao mesmo tempo eram uma demonstração de cultura popular quer pela forma de vestir quer pelas letras, e musicas que acompanhavam sempre estes defiles de carectar etnograficos.

Os primeiros tiveram como finalidade a angariação de fundos para a compra do terreno.

 

 

                    Assim para a compra dos terrenos para o  salão  temos:

 

 

Lugares da Guimbra

 5 220$00

Anta,Estrad Quinta e Congosta

12 500$00

Esmojães, Cassufas e Carvalhal

17 500$00

Idanha, Ponte de Anta Mocho etc.

19 000$00

TOTAL

54 220$00

 

ACTA n.º18/94 (Assembleia Municipal)

 

 

 

ACTA Nº 18/94

 

 

Para continuação da Sessão Ordinária de vinte e nove de Junho do ano de mil novecentos e noventa e quatro, reuniu a Assembleia Municipal no dia vinte e nove de Julho do mesmo ano, na sala de reuniões da Assembleia, pelas vinte e uma horas e trinta minutos.

 

A sessão foi presidida pelo Senhor Presidente da Assembleia Municipal, José de Oliveira Azevedo, secretariada por D. Maria José Vieira Pereira da Silva e José Adelino.

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De seguida entrou-se no Período de Antes da Ordem do Dia, com a discussão de uma moção subscrita pelo PSD relativa à "atribuição da denominação "Largo Capitão Salgueiro Maia" ao Largo da Urbanização do Souto.

 

O documento é do teor seguinte:

 

"No passado dia (?) de Maio, a Assembleia de Freguesia de Anta deliberou atribuir ao Largo existente na denominada Urbanização do Souto o nome de "Largo Capitão Salgueiro Maia". Sem que tal represente menor respeito e admiração pelo papel daquele oficial, representativo daquilo que o Movimento dos Capitães teve de mais puro e generoso, a freguesia de Anta tinha e tem filhos seus que, pelo prestígio que souberam granjear ao longo das suas vidas, mais dizem à respectiva população e a todos os verdadeiros antenses.

Entre eles seguramente que ocupa um lugar de merecido destaque o de Domingos Capela, mestre na arte da construção de instrumentos de cordas, e particularmente de violinos, e que fez chegar o nome de Anta a todos os cantos do mundo. Em plena Assembleia de Freguesia, foi sustentado por alguns dos seus elementos que seria mais justo e conforme aos desejos da população de Anta a atribuição do nome Domingos capela ao Largo acima referido, mas a deliberação em causa não acolheu tal proposta.

 

 Face ao exposto, e ainda que se reconheça dispor a Assembleia de Freguesia de Anta de competência para o efeito, a Assembleia Municipal de Espinho não pode deixar de considerar infeliz a deliberação tomada, e lamentar que, através dela, o nome de Domingos Capela tenha sido preterido pelo do Capitão Salgueiro Maia.

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Apresentou o documento do PSD o vogal Jorge Alves Dias.

 

O vogal Carlos Gaio disse não entender o sentido da Moção em causa dado que esta, apesar de reconhecer a legitimidade da Assembleia de Freguesia de Anta em tomar a posição em causa, solicita à Assembleia Municipal que lamente aquela mesma posição. Pensa que esta questão não diz respeito à Assembleia Municipal por se tratar de uma competência dos órgãos de freguesia. Pensa que o PSD deveria retirar a moção.

O vogal Joaquim Moreira salientou a legitimidade da decisão da Assembleia de Freguesia não se justificando os termos em que é redigida a Moção apresentada pelo PSD.

Referiu que nunca foi apresentada em assembleia de freguesia qualquer outra proposta a não ser aquela que foi aprovada pela sua maioria. Lamentou, por fim, o comunicado emitido pelo PSD sobre o assunto. O vogal Jorge Alves considera o assunto em discussão tem importância para o Concelho ao contrário de muitos outros que em nada dizem respeito ao Concelho de Espinho. Lembrou ainda que a aprovação da toponímia pertence, em última instância à Câmara Municipal. Indicou que todas as propostas do PSD até hoje apresentadas na assembleia de freguesia foram aprovadas por unanimidade.

 

O vogal Manuel Osório considera que a figura de Domingos Capela merece o seu nome perpetuado numa artéria de Anta.

 

O vogal Luís Torres disse que a posição dos independentes do PSN é a abstenção por considerarem que é ao povo de Anta que compete julgar a decisão em questão. Afirmou ainda que, pessoalmente, também lamenta que o nome de uma pessoa de Espinho tenha sido preterido.

 

A vogal Saudade Lopes considera que a Assembleia está a perder a sua dignidade perdendo-se o respeito que deveria existir nos seus mais diversos campos. Pensa que a culpa desta situação é da bancada do PSD que não sabe ser oposição. Pensa que é necessário saber aceitar uma decisão tomada democraticamente pela maioria de um órgão competente. Lembrou que Domingos Capela tem já o seu nome perpetuado numa Escola Preparatória do Concelho, sendo esta a melhor homenagem que se pode dar a uma pessoa ligada à cultura. Considera justo que o povo de Anta honre os Homens de Abril.

 

O vogal Jorge Alves Dias pensa que a vogal anterior exagerou quando diz que se está a perder o respeito nesta Assembleia.

Afirmou que não está em causa a importância do de Abril.

 

A vogal Saudade Teixeira Lopes referiu alguns exemplos do que considera falta de respeito nesta Assembleia.

 

O vogal Jorge Carvalho pensa que o problema está em que um autarca possa ser membro simultâneamente da Assembleia Municipal e da Assembleia de Freguesia. Pensa que este documento não tem justificação para ser apresentado nesta assembleia. Perguntou se em Anta não existem mais praças ou ruas que possam levar o nome de Domingos Capela e não concorda que em Anta só se possam ter ruas com nomes de pessoas de Anta. Afirmou o voto negativo da CDU a esta moção.

 

O vogal Joaquim Moreira afirmou que o PS não está contra o nome de Domingos Capela. Reafirmou que nunca foi proposta na Assembleia de Freguesia uma alternativa para o nome da praceta.

 

O vogal Jorge Alves Dias afirmou que foi referido por várias vezes o nome de Domingos Capela para a praceta em causa.

O vogal Luís Torres fez um Ponto de Ordem para solicitar que o documento em causa seja posto à votação dado que as partes em confronto foram já suficientemente justificadas.

 

O vogal Joaquim Moreira perguntou se durante a assembleia de freguesia alguma vez foi proposto outro nome que não o aprovado.

 

O vogal Jorge Alves Dias afirmou que retirava a parte da Moção que refere a proposta de outro nome que não o aprovado em assembleia de freguesia se tal fosse importante para a posição de voto do PS e da CDU.

 

O vogal Manuel Osório lamentou a perca de tanto tempo na discussão de uma coisa que não tem legitimidade para ser discutida.

 

A vogal Marisa Fonseca considera que não é competência desta assembleia o assunto em causa antes dizendo respeito à Freguesia de Anta.

 

Posta a moção à votação foi esta rejeitada com votos contra, a favor e abstenções.

 

……………………………………………

 

Terminados os Períodos de Antes e da Ordem de Trabalhos, o Presidente da Mesa deu ao público presente quinze minutos para intervir, como está legalmente previsto.

 

Interveio de seguida o Munícipe Fernando Fernandes que teceu algumas considerações discordando da posição do PSD relativamente à escolha do nome para uma praceta em Anta. O Munícipe Gomes da Silva ………………pensa que a discussão sobre a praceta em Anta foi exagerada.

 

Não tendo havido mais intervenções, o Presidente da Mesa deu por encerrados os trabalhos da Sessão Ordinária de 9 de Junho de 99

 

 

E, para constar se passou a presente acta que vai ser assinada pelos elementos da Mesa.

 

 

                      A MESA DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL,

 

 

 

 

 

Nota: Estranha-se que esta acta divulgada pela Câmara Municipal de Espinho subtraia quer a data da discussão na Assembleia de Freguesia, bem assim como o número dos votos a favor, contra e abstenções, assim como as respectivas forças politicas que o fizeram.

Qual ou quais as razões deste acto?

Iremos procurar esses elementos que serão adicionados.

Alminhas em Anta

 Rua da Guimbra.

 Nicho em azulejo representando:

 Nossa Senhora com o menino ao colo;

 Dois Anjos;

 Cinco "almas" envoltas em chamas.

 

 Tem a seguinte legenda:

 

                                     O VÓS

                           QUE IDES PASSANDO

                         LEMBRAIVOS DE NÓS

                           QUE ESTAMOS PENANDO

                                   P.N.     A.V.

 

Possui caixa de esmólas, candeeiro em ferro forjado e eluminação a azeite.Teve porta mas foi arrombada.

Contou-os a Senhora Maria Correia dos Santos, que a dona como era tratada, aproprietária, pretendeu retirar as ditas alminhas mais para dentro, o que não aconteceu em virtude de ter "houvido", uma vóz que a aconcelhou da seguinte forma:

 - Isso nunca  daí sai. Vós não sabeis o que aí tendes:se a tirares daí a vossa vida corrervo-à para traz.

Por tal razão lá se encontra, agora restauradas e com cornija de telha.

 

ELEVAÇÃO A VILA




Lei n.º 48/93 de 2 de Julho
 
Elevação da povoação de Anta à categoria de vila.

A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 164.º, alínia d), e 169.º 3, da Constituição
seguinte:

Artigo único. A povoação de Anta, do Concelho de Espinho, é elevada à categoria de Vila.



Aprovado em 27 de Maio de 1993

O Presidente da Assembleia da República

 António Moreira Barbosa de Melo.


Promulgado em 9 de Junho de 1993
Publique-se. O presidente da República

 Mário Soares


Referendada em 9 de Junho de 1993.

 

OVOS COZIDOS (Lenda)

 

Quando percorremos a terra de Anta indagando os mais antigos sobre as nossas tradições foi-nos transmitida esta lenda acerca das “alminhas” Aqui a reproduzimos tanto quanto possível, como nos foi relatada.

 

                                                                 OVOS COZIDOS

 

 

Um homem muito pobre foi um dia a uma taberna e comeu dois ou três ovos cozidos.

Como não tinha dinheiro para pagar a despesa, utilizou da sua astúcia e iludiu a atenção do dono, fugindo sem pagar.

 

Passados anos como tinha bens que lhe permitiam pagar a despesa, ei-lo que se dirige ao taberneiro:

- Meu bom homem há muito tempo comi em sua casa dois ovos. Nessa altura não tinha dinheiro para os pagar e por tal fugi.Hoje felizmente posso-o fazer: queira pois dizer quanto lhe devo.

 

Retorqui-lhe o taberneiro.

- Homem, dois ovos davam duas frangas, duas frangas muitos ovos por isso, a sua divida para comigo é muito grande.

 

Porque não concorda-se com o que lhe era dito foi o caso ás barras do tribunal.

 

No dia em que se dirigia para o julgamento o nosso homem ao passar por umas “alminhas” olhou e deitando a mão ao bolso atirou umas moedas dizendo:

- Tomai lá almas que estais para aí esquecidas. Seguindo o seu caminho.

Estava o devedor em risco de ser condenado, quando de repente entra na sala um homem pedindo ao juiz:

- Senhor juiz cria dizer duas palavras pois penso que este homem está inocente. São só duas palavras senhor juiz, pois tenho lá fora os meus empregados à espera com duas panelas de favas cozidas para as irmos semear.

 

Dito isto e foi interrompido pelo juiz que perguntou:

- Favas cozidas dão favas?

Respondeu-lhe a testemunha espontânea:

- Favas cozidas não podem dar favas; e ovos cozidos podem dar pintos?

 

Disse desaparecendo de seguida.

E assim o juiz mandou em paz o devedor dos ovos.

 

Esta lenda foi-nos transmitida oralmente em 1990, pela Senhora Rosa mais conhecida pela alcunha de Ti Rosa Bota Boi

DOCUMENTO (Acta n.º 15/93


ACTA Nº 15/93

 

Para continuação da Sessão Ordinária de vinte e seis de Abril do ano de mil novecentos e noventa e três, reuniu a Assembleia Municipal no dia dezoito de Maio do mesmo ano, pelas vinte e uma horas e trinta minutos, na sala de reuniões da Assembleia.

 

A sessão foi presidida pelo Senhor Presidente da Assembleia Municipal, Doutor José Augusto Ferreira de Campos, secretariada por D. Maria Graziela Marques Pires e Manuel Ramos.  

 

De seguida o Presidente da Mesa inquiriu sobre a disponibilidade da Assembleia em discutir o "PROJECTO LEI Nwf9/VI – (ELEVAÇÃO DA POVOAÇÃO DE ANTA A VILA)", da iniciativa do Grupo Parlamentar do PSD na Assembleia da República, e subscrito pela Dra. Manuela Aguiar. Não tendo havido oposição a este pedido, o Presi dente da Mesa deu início à discussão sobre o documento.  


 

Interveio o vogal Jorge Alves que apresentou as razões aduzidas para a elevação de Anta a Vila e fez uma pequena resenha da história passada e actual desta freguesia. Lembrou que todos os pareceres necessários para esta elevação se encontram já prestados de forma positiva, faltando apenas o parecer desta Assembleia.

 

A vogal Saudade Teixeira Lopes apontou diversas imprecisões no documento, nomeadamente ao nível da capacidade das instalações escolares.

 

O vogal Carlos Gaio pensa que o facto de Anta ser ou não Vila não trará benefícios práticos mas respeita o"sentir imaterial" desse anseio, esperando que esta elevação seja acompanhada por uma real política de desenvolvimento concelhio.

 

O vogal Jorge Carvalho não concorda, pessoalmente, com este documento, apesar da posição da CDU ser favorável. Pensa que o Concelho deverá ser visto como um todo, sem preocupações de bairrismos e teceu diversas considerações sobre os limites legais e geográficos de Espinho considerando que estes variam consoante a necessidade.

 

O vogal Correia de Araújo disse compreender os anseios da população de Anta. Como tal, apoia o documento em questão, apesar de ressalvar alguns pontos que considerou essenciais. De entre estes salientou a necessidade de Anta continuar com as suas características de ruralidade (espaços verdes e de lazer), combatendo as pressões que vêm de fora  dos limites concelhios. 

 

O vogal Manuel Faria (Presidente da Junta de Freguesia de Anta) não concorda com a interpretação do vogal Jorge Carvalho em relação aos limites da Cidade de Espinho.  

 

O vogal António Lacerda apontou aquilo que considerou algumas contradições no texto do documento, nomeadamente a distinção que não é feita entre Freguesia e Povoação de Anta. Não é, no entanto, contra a passagem de Anta a Vila. 

 

O vogal Jorge Alves esclareceu algumas das dúvidas surgidas durante a discussão salientando que o primeiro requesito para a Elevação é as razões históricas que assistem a Anta. Intervieram novamente os vogais Saudade Teixeira Lopes e Carlos Gaio que reafirmaram posições anteriormente expressas.  

 

Posto à votação foi o documento aprovado por unanimidade dos presentes, não tendo participado na votação os vogais da CDU.

 



DECLARAÇÕES DE VOTO

 

CARLOS GAIO (PS): - "Votamos a favor, sugerindo que o diploma legal que eleva Anta a Vila seja correcto em termos de terminologia e que não chame a Anta Povoação e chame Freguesia e consideramos que o Município de Espinho, os Órgãos das pelo Plano Director Municipal de estabelecer um Plano de Desenvolvimento da Freguesia de Anta condizente com as expectativas e com as ambições das suas populações."

 

ANTÓNIO LACERDA: - "Votei favoravelmente unicamente pelas razões de ordem histórica que tinham sido aduzidas e para de facto não quebrar as expectativas da população de Anta. Não concordo com este acrescento que o vogal Carlos Gaio sugeriu. Julgo que se deve manter exactamente nos termos em que está o artigo único. O que se passa a Vila não é a Freguesia no seu todo. O que se passa a Vila são povoações, e portanto manchas urbanas contínuas. Eu, ao votar favoravelmente votei na redacção que tem da Povoação de Anta – Sede da Freguesia, muito embora não se defina quais são os limites da Povoação. O que se passa a Vila é uma Povoação e não a Freguesia de Anta no seu todo”

 

CORREIA DE ARAÚJO (CDS-PP): - "O CDS-PP votou favoravelmente a elevação da Povoação de Anta a Vila pelas razões históricas aduzidas e porque entende que corresponde efectivamente ao anseio da sua população. No entanto reserva um problema que não ficou sobejamente esclarecido das franjas de território que manterão uma ambivalência: simultaneamente freguesia e cidade que ficaram por esclarecer”.    

Posta a votação a minuta da parte da acta respeitante a este ponto, esta foi aprovada por unanimidade com a seguinte redacção:

 

"Posto à votação o Projecto foi o mesmo aprovado por unanimidade dos presentes”.